Rio de Janeiro receberá a Final da Libertadores em 2020

Se boa parte do Rio de Janeiro já vive a expectativa do clima de decisão na Libertadores da América, com a segunda partida da semifinal entre Flamengo e Grêmio sendo disputada no próximo dia 23/10, a cidade tem mais um motivo para celebrar. A Conmebol anunciou hoje que o Rio de Janeiro sediará a Final da Libertadores de 2020.

Com a mudança do regulamento para a Final da Libertadores em jogo único, com anúncio da sede da partida antes mesmo do início da competição anual, assim como acontece com a UEFA Champions League, oito estádios se candidataram para receber a decisão no próximo ano. Seis dos que entraram na disputa eram brasileiros. A Conmebol levou em consideração na escolha da sede da Final da Libertadores em 2020 uesitos, como qualidade do gramado e infraestrutura, segurança, facilidade de acesso e aspectos sociais dos entornos. Um conselho da entidade, composto por quatorze membros (dois são brasileiros) definiu o Rio como a sede da grande Final da Libertadores 2020.

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Além de garantir a melhor opção, sem pagar nada mais por isso, você ainda ajuda a manter o Maior Viagem gratuito e atualizado com as novidades em turismo e entretenimento.A disputa ainda servirá para a celebração dos 70 anos do Maracanã, estádio construído para a Copa de 1950, e que já recebeu a Final da Libertadores em três edições – 1981, 1998 e 2008. A expectativa é que a Final da Libertadores aumente o turismo na cidade. Segundo Otavio Leite, secretário de Estado de Turismo, a ideia é promover um conjunto de eventos em paralelo antes, durante e depois da final. E também um projeto que permita aos visitantes que vierem ao Rio de Janeiro terem a opção de antes ou depois da final conhecerem outros destinos turísticos do Estado.

Para ter ideia do impacto do evento. A final de 2018, que foi disputada em Madri (Espanha) trouxe excelentes resultados para a cidade. De acordo com cálculo realizado pela Confederação Empresarial de Madri, o impacto na economia foi de 40 milhões de euros. Segundo estudo, metade da movimentação financeira foi referente à hospedagem e 25% dos gastos em restaurantes e bares.