Candidatos LGBT de direita não são eleitos

Apoiadores de Bolsonaro fracassam nas urnas

Três apoiadores de Bolsonaro fracassaram nas urnas Crédito: Reprodução

Três candidatos que ganharam projeção nas redes por apoiar a direita e se aproximar do Bolsonarismo, mesmo sendo pessoas LGBTQIA+, acabaram não se elegendo. Conhecidos como “gay de direita”, “trans de direita” e “travesti do Bolsonaro” não conseguiram votos suficientes.

Pela ordem, João Pedro Sastre recebeu apenas 294 votos e gravou um vídeo falando que iria largar a política. Sophia Barclay teve 23.269 votos, enquanto Yolanda Panda foi votada por 21.616 eleitores.

Na contramão dos três supracitados, 25 pessoas que se identificam da comunidade conseguiram se eleger (em 2022 foram 18). O maior destaque foi Erika Hilton, com 1.596.472 votos, se tornando a mulher mais votada no estado de São Paulo.

Outros destaques foram Sofia Favero, terceira mais votada para a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo; Duda Salabert, terceira mais votada em Minas Gerais para Câmara dos Deputados; e Dani Balbi, quarta mais votada para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.

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