A Cidade (alagada) do Rock! Os estragos de dois dias seguido de chuva no Rock in Rio
Depois de um primeiro dia de sol escladante, a chuva que atingiu o Rio de Janeiro neste fim de semana trouxe transtorno para o Rock in Rio: a água – e foi muita! Depois de dois dias seguidos com chuva, neste domingo (6), o público precisou desviar de poças, bolsões de água e trechos alagados na Cidade do Rock, transformando a locomoção numa espécie de gincana.
Chegam relatos de fãs que tiveram que improvisar com sacolas, capas e até fraldas para não submergirem seus calçados em meio ao ambiente pantanoso. O clima frio contribui para o problema, especialmente quando combinado com os tradicionais ventos comuns à Barra da Tijuca.
Se engana quem pensa que esse problema esteve restrito às áreas comuns, afinal, nem mesmo os espaços VIP escaparam. Na entrada e na varanda do chamado Vipão, frequentadores relataram dificuldades para transitar sem molhar os pés. A situação se repete em acessos a banheiros, estandes de marcas e áreas de alimentação, onde algumas poças chegam a ocupar praticamente toda a largura das passagens.
A chuva está longe de ser um evento imprevisível em setembro – com ou sem as bençãos do grande herói climático e velho aliado dos cariocas, Cacique Cobra Coral. É importante lembrar, também, que a Cidade do Rock está instalada em uma região historicamente marcada por terrenos baixos e alagadiços da Barra da Tijuca, área que passou por sucessivos processos de aterramento ao longo das últimas décadas. Em períodos de chuva forte, a drenagem sempre se torna um teste para qualquer estrutura montada na região.
Entre um show e outro, muitos fãs acabaram trocando a experiência de caminhar pela Cidade do Rock por uma atividade menos glamourosa: procurar um caminho seco para chegar ao próximo palco.
A cobertura do Rock in Rio 2026 conta com apoio de Courtyard by Marriott e Residence Inn by Marriott Rio de Janeiro Barra da Tijuca

