O que deu certo e errado no Rock in Rio 2026
Maior Viagem analisou os cinco destaques positivos e negativos desta edição
Chegando o último dia de mais uma edição do Rock in Rio é hora de avaliar o que deu certo e o errado no festival. Ao longo dos dias nossa equipe acompanhou as redes sociais e o público no evento para fazer um balanço final.
Das escolhas pro line-up aos serviços oferecidos ao púbico, analisamos as principais reclamações e elogios e resumimos com as cinco principais dos dois lados. Confira abaixo:
O que deu certo no Rock in Rio 2026
O novo Palco Mundo, com um enorme telão de LED, aumentou as possibilidade de impacto visual dos shows. Os artistas que fizeram bom uso da novidade mostraram que a mudança redefiniu visualmente as apresentações.
Esta edição ficará marcada pela estreia do K-Pop no Rock in Rio. E o saldo foi positivo! Os artistas apresentaram shows bem produzidos que animaram a plateia. A chegada do gênero trouxe ainda uma nova geração para o festival.
Mas as gerações mais antigas, que têm memória afetiva com o evento, também voltaram. Especialmente os shows de Elton John e Gilberto Gil fizeram muitos fãs retornarem à Cidade do Rock por mais um ano.
A experiência do público também foi aprimorada. A cada ano o festival amplia a variedade de opções gastronômicas, o que garante ao público mais diversidade de escolha e ainda diminuiu as filas nos pontos de venda.
As marcas patrocinadoras melhoraram a experiência dos fãs. A grande novidade foram as filas virtuais, que devem se tornar cada vez mais tendência. Mas também merece destaque quem entendeu que não dá mais para só apostar nos brindes, mas é preciso oferecer algo a mais, como a arquibancada da Globoplay e o Ballroom da Trident que colocou muita gente pra dançar, sem nem se preocupar com a lembrancinha.
O que deu errado no Rock in Rio 2026
A chuva foi marca registrada desta edição. É verdade que não dá para controlar o tempo, mas é preciso investir para minimizar o impacto. A Cidade do Rock teve gramado encharcado e poças como destaque negativo, além do pouco espaço coberto para o público se abrigar.
Estreando este ano, a Comfort Zone prometeu mais do que entregou. Quem investiu reclamou de não ter opção de comida no espaço e da vista muito lateralizada do Palco Mundo. Para piorar, uma grua de TV instalada bem na direção atrapalhava ainda mais a visão dos shows.
O rock flopou! Apesar das constantes reclamações por mais do gênero no festival, os dois dias dedicados ao rock foram os mais vazios. O Rock in Rio 2026 também foi a edição que teve menos dias esgotados em toda história do evento.
Apesar dos apelos, o uso do BRT Expresso foi abaixo do esperado. Mesmo assim, em alguns dias reclamações sobre a volta pra casa pipocaram nas redes sociais. O trânsito no entorno também foi um problema, com muita gente tentando chegar ao evento sem ser pelo transporte público.
Primeira classe só no nome. O serviço de ônibus que era para ser premium acabou entregando bem menos. Motoristas perdidos, trânsito para chegar, filas enorme na hora de ir embora foram as reclamações mais frequentes.
A cobertura do Rock in Rio 2026 conta com apoio de Courtyard by Marriott e Residence Inn by Marriott Rio de Janeiro Barra da Tijuca
